| Vita Brevis |
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Domingo, Abril 27, 2008 Você sabe que está assistindo muito HOUSE quando... Posted by Flavia Sexta-feira, Abril 18, 2008 Conhece alguém que pega dinheiro emprestado consigo próprio, cobra juros mensais de renda fixa e atualiza uma planilha mensalmente da dívida que tem com si mesmo? Eu. Posted by Flavia Terça-feira, Abril 15, 2008 Where the days are longer The nights are stronger than moonshine You're gonna go I know 'Cause the free wind is blowin' through your hair And the days surround your daylight there Seasons crying no despair Alligator lizards in the air In the air Sábado, Abril 05, 2008 Flavivírus Flavivirus (também chamado complexo antigênico de encefalite japonesa) é um genus da família Flaviviridae. Este complexo inclui a Febre do Nilo Ocidental e diversos outros vírus que causam a encefalite. Eles começaram a ser estudados quando se descobriu que o vírus da febre amarela é transmitido por um mosquito hematófago. Um dos membros mais conhecidos da família é o vírus da hepatite C. Além dele, o vírus da dengue e da febre amarela também são bastante conhecidos. :o Posted by Flavia Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008 Como quem partiu ou morreu A gente estancou de repente Ou foi o mundo então que cresceu A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mas eis que chega a roda-viva E carrega o destino pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração A gente vai contra a corrente Até não poder resistir Na volta do barco é que sente O quanto deixou de cumprir Faz tempo que a gente cultiva A mais linda roseira que há Mas eis que chega a roda-viva E carrega a roseira pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração A roda da saia, a mulata Não quer mais rodar, não senhor Não posso fazer serenata A roda de samba acabou A gente toma a iniciativa Viola na rua, a cantar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a viola pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração O samba, a viola, a roseira Um dia a fogueira queimou Foi tudo ilusão passageira Que a brisa primeira levou No peito a saudade cativa Faz força pro tempo parar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a saudade pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008 Uma maçã argentina La Muraille de Chine Uma tarde ensolarada Que m'importe dès lors La muraille de Chine Si je dois être seul Pour en faire le tout Que m'importent Java Les îles Philippines Sumatra, Bornéo Ceylan ou Singapour Que m'importent Kyushu Et l'île Sakhaline Si tu n'es près de moi Près de moi mon amour Posted by Flavia Terça-feira, Fevereiro 26, 2008 Maip agora tem casa própria! Posted by Flavia "... non è stato facile!" (Registrando Shimon Peres, antes que se apague.) Posted by Flavia Domingo, Fevereiro 24, 2008 Recebi este email da Tati, e gostaria muito que vocês passassem adiante: o email e a conduta. Agora já temos onde levar pilhas/baterias e óleo de cozinha para reciclar aqui em Goiânia. Pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc: leve em qualquer agência do Banco Real e coloque no Papa-Pilhas. Não esqueça: o Papa-Pilhas está disponível em todas as unidades do Banco Real. Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado. As lojas do Pão de Açúcar, que já reciclam outros tipos de lixo como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também o óleo. (Apenas um litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água.) Depois que o óleo usado esfriar, ponha em uma garrafa plástica, se possível transparente. Tampe bem e deposite no coletor de lixo de cor marrom das lojas Pão de Açúcar. Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível. Se você quer ajudar mais, divulgue este e-mail para todos os seus contatos, orkut, etc. Pegue folhetos informativos nas lojas Pão de Açúcar (de onde foi tirado este texto) e distribua para vizinhos, amigos e parentes. Posted by Flavia Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008 Tostines vende mais por que está sempre fresquinha ou está sempre fresquinha por que vende mais? Posted by Flavia Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008 Happy Valentine's Day
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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008 Terça-feira, Fevereiro 05, 2008 Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008 Domingo, Fevereiro 03, 2008 Sábado, Fevereiro 02, 2008 Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008 Quinta-feira, Janeiro 31, 2008 Quarta-feira, Janeiro 30, 2008 Terça-feira, Janeiro 29, 2008 Segunda-feira, Janeiro 28, 2008 Domingo, Janeiro 27, 2008 Sábado, Janeiro 26, 2008 Sexta-feira, Janeiro 25, 2008 Quinta-feira, Janeiro 24, 2008 Quarta-feira, Janeiro 23, 2008 Terça-feira, Janeiro 22, 2008 Segunda-feira, Janeiro 21, 2008 Domingo, Janeiro 20, 2008 Sábado, Janeiro 19, 2008 Sexta-feira, Janeiro 18, 2008 Quinta-feira, Janeiro 17, 2008 Quarta-feira, Janeiro 16, 2008 Terça-feira, Janeiro 15, 2008 Segunda-feira, Janeiro 14, 2008 Domingo, Janeiro 13, 2008 Sábado, Janeiro 12, 2008 Quarta-feira, Janeiro 09, 2008 Desacelera, Ayrton! Posted by Flavia Terça-feira, Janeiro 01, 2008 Quando a lua apareceu Ninguém sonhava mais do que eu Já era tarde Mas a noite é uma criança Distraída Depois que eu envelhecer Ninguém precisa mais me dizer Como é estranho ser humano nessas horas De partida É o fim da picada Depois da estrada começa uma grande avenida No fim da avenida Existe uma chance, uma sorte, uma nova saída Qual é a moral Qual vai ser o final Dessa história Eu não tenho nada pra dizer Por isso digo Eu não tenho muito o que perder Por isso jogo Eu não tenho hora pra morrer Por isso sonho São coisas da vida E a gente se olha e não sabe se vai ou se fica Posted by Flavia Waaal! :* Posted by Flavia Quinta-feira, Dezembro 06, 2007 O rato roeu a roupa do rei de Roma. Posted by Flavia Domingo, Dezembro 02, 2007 Cuándo de Chile OH Chile, largo pétalo de mar y vino y nieve, ay cuándo ay cuándo y cuándo ay cuándo me encontraré contigo, enrollarás tu cinta de espuma blanca y negra en mi cintura, desencadenaré mi poesía sobre tu territorio. Posted by Flavia Hay hombres mitad pez, mitad viento, hay otros hombres hechos de agua. Yo estoy hecho de tierra. Voy por el mundo cada vez más alegre: cada ciudad me da una nueva vida. El mundo está naciendo. Pero si llueve en Lota sobre mí cae la lluvia, si en Lonquimay la nieve resbala de las hojas llega la nieve donde estoy. Crece en mí el trigo oscuro de Cautín. Yo tengo una araucaria en Villarrica, tengo arena en el Norte Grande, tengo una rosa rubia en la provincia, y el viento que derriba la última ola de Valparaiso me golpea en el pecho con un ruido quebrado como si allí tuviera mi corazón una ventana rota. Posted by Flavia El mes de octubre ha llegado hace tan poco tiempo del pasado octubre que cuando éste llegó fue como si me estuviera mirando el tiempo inmóvil. Aquí es otoño. Cruzo la estepa siberiana. Día tras día todo es amarillo, el árbol y la usina, la tierra y lo que en ella el hombre nuevo crea: hay oro y llama roja, mañana inmensidad, nieve, pureza. En mi país la primavera viene de norte a sur con su fragancia. Es como una muchacha que por las piedras negras de Coquimbo, por la orilla solemne de la espuma vuela con pies desnudos hasta los archipiélagos heridos. No sólo territorio, primavera, llenándome, me ofreces. No soy un hombre solo. Nací en el sur. De la frontera traje las soledades y el galope del último caudillo. Pero el Partido me bajó del caballo y me hice hombre, y anduve los arenales y las cordilleras amando y descubriendo. Posted by Flavia Pueblo mío, verdad que en primavera suena mi nombre en tus oídos y tú me reconoces como si fuera un río que pasa por tu puerta? Soy un río. Si escuchas pausadamente bajo los salares de Antofagasta, o bien al sur, de Osorno o hacia la cordillera, en Melipilla, o en Temuco, en la noche de astros mojados y laurel sonoro, pones sobre la tierra tus oídos, escucharás que corro sumergido, cantando. Posted by Flavia Octubre, oh primavera, devuélveme a mi pueblo. Qué haré sin ver mil hombres, mil muchachas, qué haré sin conducir sobre mis hombros una parte de la esperanza? Qué haré sin caminar con la bandera que de mano en mano en la fila de nuestra larga lucha llegó a las manos mías? Ay Patria, Patria, ay Patria, cuándo ay cuándo y cuándo cuándo me encontraré contigo? Lejos de ti mitad de tierra tuya y hombre tuyo he continuado siendo, y otra vez hoy la primavera pasa. Pero yo con tus flores me he llenado, con tu victoria voy sobre la frente y en ti siguen viviendo mis raíces. Posted by Flavia Ay cuándo encontraré tu primavera dura, y entre todos tus hijos andaré por tus campos y tus calles con mis zapatos viejos. Ay cuándo iré con Elías Lafferte por toda la pampa dorada. Ay cuándo a ti te apretaré la boca, chilena que me esperas, con mis labios errantes? Ay cuándo podré entrar en la sala del Partido a sentarme con Pedro Fogonero, con el que no conozco y sin embargo es más hermano mío que mi hermano. Ay cuándo me sacará del sueño un trueno verde de tu manto marino. Ay cuándo, Patria, en las elecciones iré de casa en casa recogiendo la libertad temerosa para que grite en medio de la calle. Ay cuándo, Patria, te casarás conmigo con ojos verdemar y vestido de nieve y tendremos millones de hijos nuevos que entregarán la tierra a los hambrientos. Posted by Flavia Ay Patria, sin harapos, ay primavera mía, ay cuándo ay cuándo y cuándo despertaré en tus brazos empapado de mar y de rocío. Ay cuando yo esté cerca de ti, te tomaré de la cintura, nadie podrá tocarte, yo podré defenderte cantando, cuando vaya contigo, cuando vayas conmigo, cuándo ay cuándo. Pablo Neruda Posted by Flavia Quarta-feira, Novembro 28, 2007 Para Maip, com amor. Posted by Flavia Lo segundo es ver el otoño. No puedo ser sin que las hojas vuelen y vuelvan a la tierra. Lo tercero es el grave invierno, la lluvia que amé, la caricia del fuego en el frío silvestre. En cuarto lugar el verano redondo como una sandía. La quinta cosa son tus ojos, Matilde mía, bienamada, no quiero dormir sin tus ojos, no quiero ser sin que me mires: yo cambio la primavera por que tú me sigas mirando. Amigos, eso es cuanto quiero. Es casi nada y casi todo. Ahora si quieren se vayan. He vivido tanto que un día tendrán que olvidarme por fuerza, borrándome de la pizarra: mi corazón fue interminable. Pero porque pido silencio no crean que voy a morirme: me pasa todo lo contrario: sucede que voy a vivirme. Sucede que soy y que sigo. No será, pues, sino que adentro de mí crecerán cereales, primero los granos que rompen la tierra para ver la luz, pero la madre tierra es oscura: y dentro de mí soy oscuro: soy como un pozo en cuyas aguas la noche deja sus estrellas y sigue sola por el campo. Se trata de que tanto he vivido que quiero vivir otro tanto. Nunca me sentí tan sonoro, nunca he tenido tantos besos. Ahora, como siempre, es temprano. Vuela la luz con sus abejas. Déjenme solo con el día. Pido permiso para nacer. Pablo Neruda Posted by Flavia Terça-feira, Novembro 06, 2007 Mind the gap! Posted by Flavia Sexta-feira, Novembro 02, 2007 Aaa barata diz que tem Um anel de formatura É mentira da barata Ela tem é a casca dura Rá rá rá Ró ró ró Ela tem é a casca dura Aaa barata diz que dorme Numa cama de marfim É mentira da barata Ela dorme é no capim Rá rá rá Ró ró ró Ela dorme é no capim Posted by Flavia
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Aaa barata diz que tem Sete saias de filó É mentira da barata Ela tem é uma só Rá rá rá Ró ró ró Ela tem é uma só Aaa barata diz que mora Numa casa bem bacana É mentira da barata Ela mora é na choupana Rá rá rá Ró ró ró Ela mora é na choupana Posted by Flavia Segunda-feira, Outubro 15, 2007
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Sexta-feira, Setembro 14, 2007 ![]() Leo Matiz "O Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus" (Oswald de Andrade) Para BethS e Fal. Posted by Flavia Quarta-feira, Setembro 12, 2007 Shaná Tová! Posted by Flavia Segunda-feira, Setembro 10, 2007 Set/85 - Set/07 Vinte e dois anos depois, os meninos do Leblon vão voltar a olhar pra mim: eu não uso (mais) óculos! Posted by Flavia Sábado, Setembro 01, 2007 Difícil fotografar o silêncio. Entretanto tentei. Eu conto: Madrugada a minha aldeia estava morta. Não se ouvia um barulho, ninguém passava entre as casas. Eu estava saindo de uma festa. Eram quase quatro da manhã. Ia o Silêncio pela rua carregando um bêbado. Preparei minha máquina. O silêncio era um carregador? Estava carregando o bêbado. Fotografei esse carregador. Tive outras visões naquela madrugada. Preparei minha máquina de novo. Tinha um perfume de jasmim no beiral de um sobrado. Fotografei o perfume. Vi um lesma pregada na existência mais do que na pedra. Fotografei a existência dela. Vi ainda um azul-perdão no olho de um mendigo. Fotografei o perdão. Olhei uma paisagem velha a desabar sobre uma casa. Fotografei o sobre. Foi difícil fotografar o sobre. Por fim eu enxerguei a Nuvem de calça. Representou para mim que ela andava na aldeia de braços com Maiakovski - seu criador. Fotografei a Nuvem de calça e o poeta. Ninguém outro poeta no mundo faria uma roupa mais justa para cobrir a sua noiva. A foto saiu legal. (O Fotógrafo, Manoel de Barros) Posted by Flavia Crônica Visual Sábado, Julho 28, 2007 Vocês sabiam que o saque "viagem ao fundo do mar" foi inventado pelo Montanaro e pelo Renan, no início dos anos 80? Eles usavam esse saque nos treinos na seleção brasileira, e o Bebeto de Freitas, que era o técnico, liberou pra eles usarem também durante as partidas. Então todas as outras seleções copiaram. Vejam só. Posted by Flavia Quinta-feira, Julho 26, 2007 (...) Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. (...) Daqui. Posted by Flavia Quarta-feira, Julho 11, 2007 Netinhos do Vovô ![]() ![]() ![]() Sexta-feira, Junho 08, 2007 Boca Juniors, Boca Juniors Gran campeón del balompié que despierta en nuestro pecho entusiasmo, amor y fé Tu bandera azul y oro en Europa tremoló como enseña vencedora donde quiera que luchó Boca es nuestro grito de amor Boca nunca teme luchar Boca es entusiasmo y valor Boca Juniors... a triunfar... Con tu enseña victoriosa que es de oro y cielo azul en la "Cancha" se entusiasma nuestra fuerte juventud Electrizan tus colores Viejo Boca vencedor y en los campos de combate es glorioso tu pendón Boca es nuestro grito de amor Boca nunca teme luchar Boca es entusiasmo y valor Boca Juniors... a triunfar... Posted by Flavia Sábado, Maio 26, 2007 ![]() Leo Matiz This is for all the lonely people Thinking that life has passed them by Don't give up until you drink from the silver cup And ride that highway in the sky This is for all the single people Thinking that love has left them dry Don't give up until you drink from the silver cup You never know until you try Well, I'm on my way Yes, I'm back to stay Well, I'm on my way back home (Hit it) This is for all the lonely people Thinking that life has passed them by Don't give up until you drink from the silver cup And never take you down or never give you up You never know until you try Posted by Flavia Sexta-feira, Maio 25, 2007 Quatro meses depois...
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Segunda-feira, Maio 14, 2007 "All mankind is one volume. When one man dies, one chapter is not torn out of the book, but translated into a better language. And every chapter must be so translated. God employs several translators. Some pieces are translated by age, some by sickness; some by war, some by justice. But God's hand shall bind up all our scattered leaves again for that library where every book shall lie open to one another." (The Selected Prose of John Donne) Posted by Flavia Domingo, Maio 13, 2007 Avó é mãe duas vezes. Posted by Flavia Quarta-feira, Abril 25, 2007 - What kind of trip is it, business or pleasure? - Unfinished business. Posted by Flavia ![]() Had I the heavens' embroidered cloths, Enwrought with golden and silver light, The blue and the dim and the dark cloths Of night and light and the half light, I would spread the cloths under your feet: But I, being poor, have only my dreams; I have spread my dreams under your feet; Tread softly because you tread on my dreams. ("He Wishes for the Cloths of Heaven", William Butler Yeats) Posted by Flavia Quarta-feira, Abril 11, 2007 Bastidores - Para Maip Claro que ele gosta de você! Segunda-feira, Catarina e eu marcamos com ele no Tomie Ohtake, e o encontramos acompanhando a desmontagem da exposição, lendo o livro de visitas. (JR D, Monica W, Roberto P d T...) Fim da exposição aqui, que segue pra Campinas, e depois BH, Paraty (durante a Flip, que é em homengem a Nelson Rodrigues, ele é o capista oficial de NR, enfim)... Uau. Ele pediu pra deixarem o logo da UWEBA! na parede, pra fazer uma foto com a Catarina. Adivinha quem fotografou (no celular)? uc Autografou o livro dela, cobrou eu não ter levado o meu e sugeriu que mandasse um de presente para você, autografado, claro! Por fim, roubamos adesivos alusivos à exposição e ele deu um tubo pra cada, com cartazes lindos, pra gente pendurar na parede de casa, emoldurar, dar de presente. Beijinhos, abraços, fomos felizes e lampeiras, com os tubos, almoçar na FNAC. Faltou você, amor da minha vi-ta! (Esta semana ainda, ou na próxima, vou filar almoço lá em Higienópolis. Vamos? uc) Posted by Flavia Quarta-feira, Março 28, 2007 O nome dele é House, Gregory House. (*s*) Posted by Flavia Shiiiiuuuu Mounir. Dois processadores, 2 GB de Ram, etc., etc., o tal. Mas desde domingo não consigo procurar as promoções da Tam, nem acessar o Orkut. Tsc. (Mariana, vi que você escreveu scrap, mas ainda não li, tá?) O problema é no anti-vírus. "Vamos instalar outro." Sim, sim, então espero a volta das férias. Afinal, dia 05 estou partindo. Posted by Flavia Segunda-feira, Março 12, 2007 ![]() ![]() |
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